Fazemos a análise de carga do condomínio ou da empresa, o projeto elétrico com ART, o fornecimento do equipamento e a instalação completa dos pontos de recarga — em conformidade com a ABNT NBR 17019 e com a Norma Técnica 45/2025 do Corpo de Bombeiros de Goiás. Do estudo à primeira recarga, com responsabilidade técnica registrada no CREA-GO.
Um carro elétrico puxa corrente elevada de forma contínua por várias horas. É um comportamento que nenhum outro equipamento do prédio tem — e é justamente por isso que a recarga ganhou norma própria, a ABNT NBR 17019, e passou a ser tratada pelo Corpo de Bombeiros de Goiás como sistema específico, na NT-45/2025.
Quando o ponto é improvisado, o problema não aparece no primeiro dia. Aparece quando o segundo e o terceiro morador compram um elétrico, o disjuntor geral começa a desarmar no horário de pico e o condomínio descobre que a instalação foi feita fora de norma — sem projeto, sem ART e sem condições de ser regularizada no Corpo de Bombeiros.




Antes de especificar qualquer carregador, medimos o que a sua edificação realmente consome e o que ela ainda tem de folga. É esse número que define o projeto inteiro.
Por que o cálculo não é uma conta simples: a NBR 17019 determina fator de demanda igual a 1 para cada ponto de recarga — ou seja, o projeto deve considerar que todos os carregadores podem operar simultaneamente em potência máxima. A exceção prevista pela norma é a instalação de um sistema de controle de recarga. É exatamente aí que o estudo se paga: com gestão de carga, quase sempre é possível atender mais vagas sem aumentar a demanda contratada.
Do primeiro levantamento à manutenção, com um único responsável técnico pela obra inteira.
Medição da curva de consumo real da edificação, análise da entrada de energia, do transformador e do QGBT, e cálculo da folga disponível para recarga. Entregue como laudo técnico com ART.
Diagrama unifilar, dimensionamento de condutores e proteções, memorial descritivo e planta de locação dos pontos, conforme NBR 5410 e NBR 17019, com ART registrada no CREA-GO.
Quando o estudo aponta necessidade, executamos a ampliação do quadro geral, a readequação do padrão de entrada e o processo de aumento de carga junto à distribuidora.
Eletrocalhas, eletrodutos e cabeamento até a vaga, com circuito exclusivo por ponto, dispositivo DR de 30 mA, DPS, disjuntor dedicado e aterramento conforme a NBR 5410.
Especificação e fornecimento da estação de recarga adequada ao veículo e à capacidade do prédio, com instalação, fixação, parametrização e sinalização da vaga.
Solução para cada usuário pagar o que consumiu: medidor por vaga, gestão por aplicativo com identificação de usuário ou ligação direta ao medidor da unidade.
Testes de isolação e continuidade, ensaio do dispositivo DR, verificação do aterramento, recarga assistida do veículo e entrega do as-built com relatório fotográfico.
Inspeção periódica das proteções e conexões, termografia do quadro de recarga, atualização do sistema de gestão e suporte para ampliação futura de novos pontos.
Todo projeto entregue pela Enertek atende às normas técnicas aplicáveis à recarga de veículos elétricos, com ART registrada no CREA-GO.
Publicada em outubro de 2025 e vigente desde novembro do mesmo ano, a norma trata dos pontos de recarga em garagens, estacionamentos e edificações em geral, tanto em obra nova quanto em adaptação de prédio existente. Ela exige a atuação de profissional habilitado, com ART, em todas as etapas — do dimensionamento à manutenção — e a análise da curva de carga da edificação.
Norma específica para instalações de recarga. Exige dispositivo diferencial-residual de 30 mA por ponto de conexão e determina fator de demanda igual a 1 por ponto, salvo quando existe sistema de controle de recarga.
Base de todo o projeto: dimensionamento de condutores e proteções, queda de tensão, aterramento e equipotencialização da infraestrutura que alimenta os carregadores.
Define os modos de recarga e os requisitos das estações em corrente alternada e contínua, incluindo a comunicação entre o veículo e o carregador para controle da corrente.
Padroniza os acessórios de recarga. O conector Tipo 2, da parte 2 da norma, é o padrão adotado no Brasil para recarga em corrente alternada.
Orienta a proteção contra surtos do circuito de recarga e a integração do ponto ao SPDA e à equipotencialização existente na edificação.
Nossa equipe de execução é certificada e trabalha com EPIs completos, ferramentas isoladas e procedimentos de bloqueio durante toda a obra.
Consolida as regras de recarga de veículos elétricos. A instalação deve ser comunicada previamente à distribuidora quando implicar alteração do nível de tensão ou da carga contratada.
A potência certa é a que atende o veículo dentro da capacidade da edificação. Especificar acima disso encarece a obra sem benefício real.
Cabo portátil com dispositivo de controle, ligado a tomada dedicada. Serve como recurso de contingência, não como solução permanente de condomínio.
Wallbox com conector Tipo 2. Solução mais comum para uma vaga privativa, recarrega a maioria dos elétricos durante a noite.
Indicado para condomínios e empresas com várias vagas, permitindo compartilhar potência entre os pontos por gestão de recarga.
Estação em corrente contínua para frotas e comércio com alta rotatividade. Exige análise de demanda e, em geral, adequação da entrada.
Trabalhamos com conector Tipo 2 (ABNT NBR IEC 62196-2), padrão adotado no Brasil e compatível com os elétricos e híbridos plug-in vendidos no país.
Seis etapas, do levantamento à primeira recarga, com documentação técnica em cada uma delas
Vistoria da garagem, do padrão de entrada, do QGBT e da prumada. Levantamos a distância até as vagas, as rotas de infraestrutura possíveis e a quantidade de pontos pretendida.
Instalação de analisador de energia para registrar o consumo real da edificação ao longo do período. Com os dados medidos, calculamos a capacidade ociosa e quantos carregadores o prédio comporta.
Diagrama unifilar, dimensionamento de condutores e proteções, memorial descritivo, planta de locação e sinalização, conforme NBR 5410, NBR 17019 e a NT-45/2025 do CBMGO, com ART registrada.
Documentação técnica para o Corpo de Bombeiros e, quando o estudo indicar necessidade de aumento de carga, protocolo e acompanhamento do processo junto à distribuidora.
Construção da infraestrutura, lançamento do circuito dedicado, montagem das proteções no quadro de recarga, instalação e parametrização das estações, com equipe certificada NR-10.
Ensaio das proteções e do dispositivo DR, medição de isolação e aterramento, recarga assistida do veículo, orientação da equipe do condomínio e entrega do as-built com relatório fotográfico.
É a pergunta que mais trava a decisão em assembleia. Há três caminhos possíveis, e o estudo indica qual funciona na sua instalação.
Cada ponto recebe um medidor próprio. A administradora faz a leitura mensal e lança o valor no boleto da unidade. Simples de auditar e independente de software.
Carregador conectado à rede, liberado por cartão ou aplicativo. Gera relatório de consumo por usuário e permite compartilhar um mesmo ponto entre vários moradores.
Quando a distribuição interna e a distância permitem, o ponto é alimentado pelo próprio medidor do apartamento. O consumo já cai direto na conta do morador.
Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade, Anápolis e região metropolitana.
Vagas privativas e pontos de uso comum, com medição individual e regra de rateio definida junto à administradora.
Edifícios corporativos e salas comerciais que precisam oferecer recarga a condôminos, funcionários e visitantes.
Depósitos e pátios com recarga noturna programada, dimensionada para o ciclo de operação da frota.
Pontos de recarga como atrativo de permanência do cliente, com gestão de uso e cobrança.
Recarga para hóspedes durante a estadia, integrada ao sistema de controle do estabelecimento.
Estruturas de recarga para pátio de veículos, test-drive e atendimento ao público.
A recarga veicular é, antes de tudo, um problema de capacidade elétrica da edificação — e é exatamente esse o trabalho que a Enertek faz há mais de 14 anos em Goiânia: laudos, projetos, subestações e adequação ao Corpo de Bombeiros. Quem estuda a carga do seu prédio é a mesma equipe que projeta subestação e responde tecnicamente pela obra, com ART registrada no CREA-GO.
Comece pelo estudo de carga. Fale com nosso engenheiro e receba uma proposta para o seu condomínio ou empresa, sem compromisso.